“O despacho do MEC de 19 de Março é claro em relação ao facto de se tratar de uma actividade voluntária, mas o que foi dito no trelefonema e escrito no email é ambíguo”, comentou Filinto Lima, da direcção da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), (...) Também este director indicou uma professora," na convicção de estar a cumprir uma ordem”, e, “principalmente”, diz, “a contribuir para que a prova se faça e seja corrigida, não frustrando as expectativas de alunos e pais”.
...os professores esses...não passam de joguetes nas mãos dos directores mais zelosos e da tutela. E tudo isto recorda-me um filme baseado em factos reais.
Definitivamente a realidade ultrapassou a ficção.
(Compliance)

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