domingo, 26 de janeiro de 2014
Por que não perguntar aos professores contratados sobre o fenómeno de fusão apregoado pela UGT?
E explicar aos mesmos que não devem ir à "luta" quando vêem os seus direitos serem "
derretidos
" por telefone?
"Nunca podemos deixar cair estas palavras: manter a esperança, que só se conquista com unidade, coesão, discurso assertivo, verdadeiro e que represente
o que os trabalhadores pensam.
Não é o que o secretário-geral pensa, mas sim os seus trabalhadores, representados pelos seus dirigentes sindicais"
, alegou.
(Family Guy)
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