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terça-feira, 15 de março de 2016

Novidades E.V.T



Marcação de um Encontro Nacional de Professores de Educação Visual e Tecnológica com inscrições abertas e gratuitas aqui. A importância de um Encontro Nacional deverá (no meu entendimento) ser a abertura para o debate necessário do passado, o presente e sobretudo o futuro da disciplina e dos professores da área. 




Também de registar os encontros já realizados com os grupos parlamentares do Partido Ecologista "os Verdes", Bloco de Esquerda e mais recentemente o CDS-PP. Estão ainda agendadas mais audiências com os restantes grupos parlamentares que compõem a Assembleia da República.




sábado, 5 de março de 2016

E depois do...


...manifesto a tentativa de acção.

"...A Associação quer literacias artísticas e tecnológicas assentes em modelos disciplinares coerentes, integradores e sequenciais nos três ciclos de estudo; pede o aumento da carga horária para as disciplinas artísticas e a sequencialidade programática entre as Expressões no 1.º ciclo e EVT no 2.º ciclo; batalha pela anulação do que adjetiva de “incongruências curriculares” no 2.º ciclo, repondo-se a disciplina de EVT..."


(Jackson Slattery)

sábado, 20 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Como recentrar o debate no papel da Arte na Educação - Post III


Post III


Como recentrar, portanto, esse debate? 

Para além da perspectiva de "formação integral do indivíduo", podemos observar exemplos em que a arte ultrapassou barreiras e tornou-se em casos de sucesso e fenómenos mundiais. 

Quem não conhece nomes como Matt GroeningSeth Macfarlane, Uderzo, Jim Henson e os seus Muppets, DC Comic´s, Marvel, Disney, Pixar, Dreamworks, ou os estúdios Laika? Mencionei estes exemplos, como poderia facilmente falar de outros: os sucessos das exibições de Joana Vasconcelos, Paula Rego, VHILS ou até mesmo do sucesso que têm sido as iniciativas culturais de Serralves, etc...

Todos eles têm um enorme impacto na forma como observamos o mundo mas, paradoxalmente,  a componente artística continua a ser "desprezada" dos currículos escolares. 

Todos estes exemplos (e muitos mais) demonstram que as indústrias criativas, para além de uma função social, vivencial, cultural, comunicacional, podem também representar um valor acrescentado na criação de emprego e no florescimento de uma economia. 

Sabiam que, por exemplo, no período de crise global, o mercado da arte foi o que mais valorizou? Que está comprovado que as indústrias criativas criam emprego e valor num país? Que no fundo vivemos, em simultâneo com outros países, um "afunilamentoconsciente das disciplinas artísticas do currículo?

Um desperdício tanto de talento artístico e capital humano, como de valor económico para o nosso país. 

Por último, fica a lição de Bill Watterson. 


(Bill Watterson)

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Como recentrar o debate no papel da Arte na Educação? Post II

Post II

Tenho defendido inúmeras vezes que uma mudança do quadro governamental teria que trazer com ela (para a Educação Artística, em geral e para a disciplina de Educação Visual e Tecnológica, em particular) uma mudança significativa do paradigma actual. Esse tempo pode ser agoraAs artes não podem ser continuamente desprezadas do currículo como tem sido feito sucessivamente, ao sabor das ideologias e das "clientelas" governamentais. 

Quem acredita, como eu, na "formação integral do indivíduo", acredita que as disciplinas têm de ser mais equilibradas num currículo que aspire a formar cidadãos completos... e também (por que não?) felizes.

Quem já espreitou as obras de Dewey, Savater, Freire, Robinson, Acaso e até Chomsky, saberá que existem pontos comuns nesses autores no que respeita à defesa de uma educação que seja mais completa, humanizada e diversificada. 

Temos, portanto, que prestar mais atenção ao currículo e ao que pretendemos dele, tendo como ponto de partida que a Educação Artística é tão fulcral como as restantes áreas do currículo e que pode trazer vantagens no desenvolvimento das aprendizagens dos alunos, do seu pensamento crítico, do seu sentido social e criativo, assim como ao nível do comportamento e até com fins terapêuticos. 


(Jeppe Hein)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Como acordar os amarelos "adormecidos"?

Desde que saiu a notícia no DN sobre uma possível ponderação, por parte do ME, do regresso do par pedagógico de Educação Visual e Tecnológica, que muito se tem debatido sobre o tema. Iniciou-se a procura por algum "sangue novo" na liderança da APEVT, para que esta Associação de Professores continue a garantir (como garantiu até ao momento) o seu assento nos órgãos de debate e de discussão de políticas educativas. A resposta dada pelos professores presentes nos recentes encontros regionais foi francamente positiva e as indicações são de que poderá haver uma transição na liderança da APEVT que garanta a sua continuidade.

Mas, como acordar os 
amarelos "adormecidos"? O facto de haver uma comissão provisória que "lidere" a APEVT não significa per se que haja amarelos suficientes para assumir uma batalha em prol da defesa do ensino artístico num currículo mais equilibrado (sendo primordial a defesa da Educação Visual e Tecnológica em moldes diferentes dos actuais). 

A questão que se coloca é: porquê defender a disciplina de Educação Visual e Tecnológica? O que é que os alunos deixaram de aprender e experienciar nos últimos anos? O que deixou de ser feito nas escolas? O que aconteceu ao currículo?

Para melhor entender a gravidade do problema (que vai muito além dos números do desemprego criado) temos que fazer contas a todo o "rosário" e abrir a caixa de pandora, ouvindo histórias que ficaram seladas dentro dos portões das escolas. E perceber que futuro pode haver hoje para a Educação Artística no nosso país, que alterações devem ser introduzidas no currículo para a melhoria do mesmo e como recentrar o debate na importância do papel da Arte na Educação.

Mas tem de haver debate e esse debate só será possível se os "amarelos" despertarem para ele... 


(Nick Blakeman)





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