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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Eu diria que alguém vai ter de começar a dar explicações...


...aos professores contratados com horários letivos incompletos lesados nos descontos para a Segurança Social  (aqui) sobre a total inação sindical nesta matéria. Eu diria que andaram todos muito "entretidos" com o 942, mas isso sou só eu...


Amanhã é bom dia para começar questionar, pelo que podem começar por aqui.

 Os restantes terão muito que explicar (aqui). 

Recordo, o que o Luís Braga, no blog ComRegras escrever sobre assunto (passa já um ano sobre a publicação deste post):

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Há um Trump dentro de nós...


Portas:



Cristas:


Santana Lopes:


Nogueira Pinto e Nobre Guedes: 

"À pergunta “em quem votaria nestas eleições brasileiras e porquê?”, o politólogo Jaime Nogueira Pinto assume sem rodeios: “Em Jair Bolsonaro”. Não é o único no espectro da direita em Portugal a admitir o voto no controverso candidato de extrema-direita às eleições presidenciais brasileiras. O ex-dirigente democrata-cristão Luís Nobre Guedes também admite que escolheria abster-se ou votar Bolsonaro, sempre “contra o PT”."


(Scorpion Dagger)



O que vai mudar depois da reportagem premiada da jornalista Ana Leal sobre os Colégios GPS...



...datada de 2013? 





(ScorpionDagger)

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Volto a repetir

Não é devido ao facto da greve ser autorizada que se deve clamar por qualquer tipo de "vitória". 

Mas, também ao contrário, daqueles que apenas pensam na derrota desta greve gostaria que tivessem em atenção ao que já escrevi anteriormente aqui. 

Uma coisa é certa: os professores nesse dia podem sempre "lavar" as mãos e não "pacc"tuar nesta farsa.




(life-sized scarecrows)

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

EVT - Fim do par pedagógico nos Açores e outras matérias em estudo


"A DRE encarregou uma comissão, nomeada pelo Despacho n.º 1913/2014, de 13 de Outubro, de proceder à avaliação prévia dos resultados propiciados pelo actual modelo de avaliação do desempenho docente e... das matrizes curriculares em vigor!


A citada comissão, certamente empenhada em cumprir com extremo zelo a sua missão tem disponível, online um inquérito -  para ser respondido por docentes dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos, referente a matérias do ECD... e da matriz curricular, nomeadamente acerca da EXTINÇÃO DA EVT NOS AÇORES e da sua substituição por EV e ET e da dissolução do par pedagógico."



Texto: Ana Madeira (retirado do grupo facebook «Movimento de Professores e Educadores Precários e Desempregados dos Açores») 

*negritos e sublinhados da minha autoria



(Ana Madeira)

terça-feira, 5 de agosto de 2014

O sonho dos ministros da pasta da educação concretizou-se: arranjar um bom pretexto para "achincalhar" professores na praça pública

Quem deu "uma vista de olhos" pela comunicação social (mesmo que ao de leve, por motivos de sanidade mental) pôde constatar o tipo de leituras que os média e os seus "especialistas" (em opinar sobre qualquer tema) fizeram quanto aos dados divulgados pelo MEC/IAVE sobre os resultados da PACC. 

É preciso desde logo entender o que é que o MEC (cRato) pretendia com a divulgação dos dados: disseminar a ideia de que os professores não estão aptos para a docência, como forma de justificar a existência da dita prova. Lembremo-nos de que ainda a prova não tinha sido feita e já começava a ser consensual de que até crianças do básico faziam a mesma de olhos fechados. 

A questão é: conseguiu o ministro passar essa ideia? Possivelmente sim. Os resultados lidos na diagonal (é preciso entender que interessa a muita gente que assim seja) assim apontam, insinuando que Crato tinha supostamente razão em "obrigar" os pretensos "candidatos a professores" a fazer uma prova para constatar que os mesmos falham e são supostamente maus "candidatos a professor". 



Ora vamos aos factos: 

1) A prova foi efectuada sob a tirânica pressão (possivelmente ilegal) de retirar os professores visados pela mesma dos concursos nacionais, mesmo não sabendo que tipo de prova os esperava (por mais fácil que ela fosse). De relembrar que a 2.ª prova até foi marcada à última da hora sob o maior secretismo. Nunca antes se havia visto em Portugal a marcação de um exame a três dias úteis da data do mesmo e um tal ataque aos direitos constitucionais;

2) A prova efectuada não trata da área de especialização de qualquer docente formado em Portugal, nem faz parte de qualquer plano de estudos do ensino superior, sendo proporcionalmente ridícula pelo facto de ser uma espécie de "quiz" (por mais fácil que ela fosse); 

3) Da leitura dos dados não se percebe se a percentagem de negativas está relacionada com os boicotes efectuados pelos professores aquando da realização da prova. Houve quem tivesse preenchido o cabeçalho e não escrevesse nada, outros houve que rabiscaram a prova em sinal de protesto. Como sabemos se estas provas foram ou não tidas em conta nas percentagens de negativas? Não sabemos;

4) Muitos professores fizeram a prova sob pressão psicológica devido ao sentimento de injustiça latente e até supostamente sob a coacção de vigilantes e directores mais zelosos; 

5) Em muitos estabelecimentos de ensino, não foram respeitadas as condições normais para a realização de um exame;

5) Quando, onde e quem corrigiu as provas? Como se pode comprovar a integridade dos resultados? Relembro que muitas destas provas já foram realizadas a 18 de Dezembro de 2013;

6) Falam dos supostos erros ortográficos dados pelos professores (o Quintino Aires delirava hoje de manhã com os erros dados, fazendo uma ovação ao ministro vingador), mas não falam dos erros que constavam da prova realizada pelos supostos especialistas do IAVE; 

6) Um facto curioso: a divulgação dos resultados da prova coincide com a divulgação dos resultados da 2.ª fase dos exames nacionais. O "candidato a professor" viu-se ele próprio colocado no mesmo espaço/tempo do aluno.

Tudo para expulsar das listas de professores "achincalhar" os "candidatos a professor" e subsidiar fomentar um organismo pago pelo contribuinte português: o IAVE e as pessoas que orbitam à volta do mesmo.

Uma última nota: hoje o Arlindo falava em supostos "agradecimentos". Eu sei a quem se deve agradecer em primeiro lugar: à FNE e aos seus sindicalistas, por contribuírem para a destruição das vidas destes "candidatos a professores" e da imagem de toda a classe docente.


(JN)

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