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terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Em solidariedade...


...porque quem escreve livremente (independentemente da sua opinião), e o Paulo é uma opinião com assinatura, merece pelo menos saber quem o censura e por que é que é censurado (sem motivo aparente).  



(Arquillect)

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

O mês "perfeito" de Nuno Crato?

Santana Castilho começou a semana a indicar o que o PS deveria incluir no seu programa. Isto numa semana em que também se realizou um debate televisivo para as legislativas em que nem sequer se mencionou a palavra Educação, quanto mais alguma proposta.


Paulo Guinote acaba por colocar o dedo (como ninguém) na "ferida" exposta em que se transformou a Educação em Portugal, resumindo num parágrafo tudo de mal que se pôs em prática durante estes 4 anos de (des)governação. 

"E já quase ninguém fala do espartilho organizacional de um modelo único de gestão escolar, de uma rede escolar pública cada vez mais rarefeita enquanto se mantêm apoios às parcerias público-privadas no sector, de uma avaliação do desempenho que não passa de um simulacro em tempos de congelamento da carreira docente, da quase total inexistência de uma formação contínua de professores, de um envelhecimento do corpo docente das escolas que é agravado com a redução brutal dos professores contratados e, mais importante, de uma oferta curricular que privilegia um sistema dual que “limpa” das pautas milhares de alunos com dificuldades de aprendizagem ou de enquadramento no currículo tradicional, sem que lhes seja dado um qualquer apoio compensatório que não passe pelo rótulo enganador de um pseudo-“ensino vocacional”.

E depois destes diagnósticos, quem teria também alguma legitimidade para falar sobre o estado da "coisa" (sobretudo por se tratar dos dirigentes dos que gerem as escolas), aparentemente está satisfeito e sem razão para "queixas". 



Se o mês de Setembro de Nuno Crato é assim tão perfeito, por que é que ele próprio não faz parte dos "cortejos" da coligação por esse país fora... porque será?


(Sean Landers)

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Oh IAVE todo poderoso foste...


..."desconstruído" em duas mãos (de momento não está acessível o podcast da emissão integral de ontem mas, se eventualmente ficar disponível, será aqui.) aqui. 

O mais curioso do programa de ontem é a resposta algo "suada" quanto à "acusação" da instrumentalização política do IAVE e da sua falta de autonomia. 

Responde assim às acusações Hélder de Sousa: 


"O que entende por essa autonomia? (...) É de facto a dimensão e que eventualmente não será entendida da independência e da dependência, há matéria de política relativamente em que o IAVE não faz política e depois há uma dimensão técnica de aplicação" 


De salientar que, apesar dos esforços de Paulo Guinote quanto à necessidade de clarificação e de revelar quem são essas "equipas invisíveis" que fazem parte da máquina do IAVE, a verdade é que o IAVE (como se pode ver na imagem) sofre de dúvida existencial, portanto, não houve resposta...



(IAVE)

terça-feira, 19 de maio de 2015

Aparentemente hoje à noite o "Sr. Iavé" vai ter um "tête-à-tête"....


...com a Ana Maria Bettencourt, Paulo Guinote e Santana Castilho sobre exames. 

Isto promete (se o "Sr. Iavé" aparecer). 

Sintonizem o canal (TVI24) por volta das 22.30. 


(Alexander Khoklov)

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Alguns pontos de vista retirados da entrevista de Paulo Guinote...

...ao "iiii"

"Ser professor não passa apenas pelos direitos laborais que os sindicatos defendem. Há outras questões práticas que só podemos defender a partir de quem está na escola a tempo inteiro.

Mói muito o desânimo que vi em muita gente, a forma como muita gente quebrou durante aqueles anos.

Tem de medir-se a ofensa quando alguém de quem se diz ser privilegiado prescinde de 30 a 40% da sua reforma para sair das escolas.

A escola não pode resolver do portão para dentro todos os problemas que os miúdos têm quando lá chegam. Se me chegam miúdos cheios de fome e à espera do lanche que a escola lhes arranja, se a família está em situação de desemprego, se os irmãos estão em situação de criminalidade, a escola do futuro nunca vai ser construída sobre as bases ideais e utópicas.

Temos liceus de elite nos centros urbanos, com condições de primeiro mundo, e escolas com problemas como não poder mudar estores, com portas partidas... Quando se aplicam mecanismos de concorrência à escola pública dentro dela própria, temos professores de fora a virem às aulas de nono ano angariar alunos.

O ensino vocacional serve para limpar pautas. 


(Karoline Kroiss)

sexta-feira, 27 de março de 2015

Agradecimento ao Paulo Guinote

Não poderia haver pela blogosfera notícia mais triste do que a decisão tomada por Paulo Guinote em suspender a Educação do Meu Umbigo. Quase instantaneamente posso dizer que os professores ficam todos a perder. 

Foram 9 anos de Umbigo. Foram 9 anos de Educação e Aprendizagem. Foram 9 anos de partilha e de informação (pura e dura). Foram 9 anos de activismo. Foram 9 anos de coragem. Foram 9 anos em que o Paulo foi o professor de todos nós.

Queria agradecer por tudo, agradecer sobretudo por se colocar à frente de todos nós, de ter a coragem de dizer o que pensamos mas que muitas vezes (estupidamente) não o dizemos.

Confesso-me triste com a decisão tomada. Mas quem poderá censurá-lo?

Obrigado Paulo Guinote por  educares os nossos umbigos.

Teremos para sempre este momento gravado nas nossas mentes.


(GoodFuckingDesignAdvice)

Triste notícia pela blogosfera










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