“As pessoas não têm que almejar ficar ao lado de casa, porque isso é impossível. As pessoas devem almejar ficar colocadas num sítio e saber que se mantêm aí.”
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segunda-feira, 17 de junho de 2019
sexta-feira, 14 de junho de 2019
Até verti uma lágrima...
O PS e os seus aliados a destruir a escola portuguesa. São danos irreversíveis e infligidos por quem se está nas tintas para os alunos, famílias e comunidades. O que interessa é uniformizar o País debaixo do selo da agenda das “esquerdas”. https://t.co/CfcnE3x6QP— Miguel Morgado (@mfmorgado) 13 de junho de 2019
Vai aí uma grande confusão. Serviço público prestado por privados continua a ser serviço público. Se o Estado contratualiza com um privado a prestação de um serviço público, o Estado está a financiar um serviço público.— António Costa (@AC_AntonioCosta) 14 de junho de 2019
Aqueles "colégios privados" que "os contribuintes estavam a pagar aos filhos de pais ricos" estão todos a fechar porque afinal os pais dos meninos não eram ricos, e os meninos cujos pais afinal não eram ricos foram empurrados para escolas piores e mais caras.— CGP (@carlosgpinto) 13 de junho de 2019
(Scorpion Dagger)
Etiquetas:
amarelos,
atirei o pão ao gato,
Cá vai disto,
este post não vai criar amigos,
Sem vergonha na cara,
tacada,
tiros nos pés,
tweetland,
Um post à FAFE
Autonomia superior aos 25%
Pela conversa, promete um total desconhecimento sobre o que virá se os "planos" elaborados à pressa dos agrupamentos forem aprovados. Uma "corrida" que já começou com a flexibilidade (aqui). Nunca a conversa da autonomia provou ser especialmente positiva para os professores, porque seria desta vez diferente? Só porque o Filinto e a Ariana assim o desejam? Temo. Temo muito. Sobretudo pelo factor arbitrário, de escola em escola, de director zeloso em director zeloso. Só quem calcorreia muitas escolas por este país se pode sentir assim: temeroso. Especialmente por se concentrar mais poder nas direções. Quem é da casa, por norma, nada teme: sobrevive.
Gato escaldado...
(Arquillect)
quarta-feira, 22 de maio de 2019
Para aqueles que dizem que NÃO VOTAM!
A realidade tanto serve para os States como serve para aqui.
Não Votem que há sempre quem vote e escolhe por vocês!
E nem sempre com a devida consciência!
quarta-feira, 27 de março de 2019
Portanto...
...basta Rio mencionar a palavra "reforma" (aqui) não prometendo qualquer recuperação integral do tempo de serviço (afinal não é pelo 942 que lutam os professores?) nem o tempo exacto dessa mesma recuperação para os professores votarem PSD?
(Boneface)
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
Também precisam de professores?
Exactamente no mesmo dia, o PSD sugere rever o quadro remuneratório dos médicos em Portugal (aqui). Não é simplesmente fantástico?
(Scorpion Dagger)
Fuga para a frente
Nada prometem. Consequentemente nada fazem.
"Qualquer instrumento legal que saia da Assembleia, que invada aquilo que são competências exclusivas do Governo arrisca-se a ser inconstitucional" (David Justino)
(Willi Dorner)
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
O 942 está para os professores...
do continente que vêem os seus congéneres das ilhas (aqui) recuperar integralmente o tempo de serviço congelado, assim como o caso da isenção de impostos da Católica (aqui) está para as universidades privadas.
A ambos, resta-lhes apenas não abdicar das suas pretensões na tentativa de um dia almejar o que os seus semelhantes tiveram direito um dia.
No caso dos professores, estão condenados a reinvindicar e a observar, acabando por "mirrar" à sua volta todas as outras lutas (aqui) no entretanto.
(Good Fucking Advice)
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
Sabem os pais que estão a criar uma geração de niilistas?
Aulas preparadas, com imagens variadas prontas para demonstrar a matéria (de forma mais rápida e mais abrangente para todos os alunos) e do outro lado alunos que nem sequer olham para o quadro. Que bocejam de tédio. Que se queixam constantemente de tudo que podem, sempre que podem. Que nem sequer dão a oportunidade do professor explicar seja lá o que for.
Que por muitas observações escritas na caderneta do aluno ou consequentemente procedimentos disciplinares estes rapidamente se viram em forma de burocracia contra os professores e parecem nada resolver porque aparentemente a mensagem não chega ao destino. Nos piores casos, só mesmo o desinteresse demonstrado ou a desistência por parte dos encarregados de educação que "lavam as mãos" sobre o comportamento descritos e observados do seu educando.
Sentir que de nada serve tentar porque aparentemente alguns alunos não parecem munidos de valores mínimos suficiente para simplesmente saber onde começa a falta de respeito e de educação.
Observar esses mesmos alunos durante o intervalo, a serem agressivos uns com os outros (okay, energia a ser dissipada e tal), mas observar também os mesmos a insultarem-se gratuitamente uns com outros e em casos mais graves insultarem elementos de pessoal não docente sempre que podem.
Em cada oportunidade, observar os mesmos a deitarem lixo para o chão, apesar das inúmeras conversas sobre reciclagem e sobre plásticos nos oceanos. Riscarem as cadeiras e as mesas e em último caso destruir equipamento da escola de forma quase gratuita por mero capricho.
Quando apanhados com "a boca na botija" na sala por algum comportamento desviante, usam a "carta" de vitimização. "Não fui eu" exclamam e por vezes em tom jocoso ou agressivo gritam na aula desafiando o professor.
A sensação é que estamos por um fio e que já não existem sequer parcos valores onde nos segurar e que muitos alunos não sabem lidar com a frustação independentemente de estarem na escola ou em casa. Sabem os pais que estão a criar uma geração de niilistas?
Nós sabemos. E isso é o mais preocupante. Não há formação que nos forme para esta realidade.
(Arquillect)
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
sexta-feira, 21 de dezembro de 2018
E que pensam os directores disto tudo?
Ou seja, os docentes contratados (considerados meros trabalhadores part-time) vêem-se privados, a partir de agora, de entender claramente o que constitui a sua componente lectiva (remunerada) e não lectiva (pro-bono), com o bónus de ainda ser aplicada pelo IGeFE uma fórmula desonesta que retira direitos em sede de descontos para a Segurança Social. E eles não têm qualquer opinião? Quando o Filinto até costuma ter uma opinião para tudo, não tem uma agora?
Será que é porque os directores vivem a sua vidinha resguardados pelos "pareceres" do IGeFE em matéria financeira e a gestão dos docentes é feita pela DGAE e eles não sentem que o problema sejam deles? Preferem ver o sistema de RR implodir para depois proporem novamente o recurso à BCE ou ter novamente a CE à la carte?
Pergunto-me como vão eles resolver a situação nas suas escolas? Através do recurso a horas extraordinárias ao corpo docente do quadro já por si exausto?
E a CONFAP? Fica em silêncio no meio disto tudo? Não constitui matéria de preocupação para os pais verem que os supostos professores mais novos não têm assim condições de aceitar as vagas nas escolas dos filhos?
Relembro o caso da escola Vasco da Gama de Lisboa (escola elite de Lisboa) que teve problemas com colocação de professores neste ano lectivo. O mais estranho é que nunca se especificou, nem sequer a diretora mencionou, os motivos pelos quais os professores colocados denunciaram os seus contratos? Será que foi porque não existiram condições para aceitar os horários (muitas vezes incompletos) a concurso e os professores não tiveram outra saída senão denunciar?
Pergunto-me como vão eles resolver a situação nas suas escolas? Através do recurso a horas extraordinárias ao corpo docente do quadro já por si exausto?
E a CONFAP? Fica em silêncio no meio disto tudo? Não constitui matéria de preocupação para os pais verem que os supostos professores mais novos não têm assim condições de aceitar as vagas nas escolas dos filhos?
Relembro o caso da escola Vasco da Gama de Lisboa (escola elite de Lisboa) que teve problemas com colocação de professores neste ano lectivo. O mais estranho é que nunca se especificou, nem sequer a diretora mencionou, os motivos pelos quais os professores colocados denunciaram os seus contratos? Será que foi porque não existiram condições para aceitar os horários (muitas vezes incompletos) a concurso e os professores não tiveram outra saída senão denunciar?
quinta-feira, 20 de dezembro de 2018
Sindicatos obrigados pela A.R. a pronunciar-se...
...relativamente à iniciativa interposta (aqui) pelos professores "vítimas" de terem tido o azar de serem colocados pelo Ministério da Educação para suprir necessidades residuais do sistema de ensino num horário letivo incompleto e, por esse facto, lhes serem retirados direitos em relação aos tempos de trabalho (aqui) contabilizados pelos agrupamentos para a Segurança Social e, dessa forma, serem também discriminados no serviço letivo, em relação aos colegas de profissão.*
* nova definição para resumir o problema.
Mal posso esperar pela publicação dos pareceres por parte dos sindicatos visados, em particular da FNE que não se pronunciou até à data sobre esta matéria.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
Em plena solidariedade....
...com aqueles que acabam por não aceitar colocações que não podem aceitar (mesmo querendo muito aceitar);
Em plena solidariedade por que não obtêm a mínima simpatia/empatia da tutela, dos diretores de agrupamento e de colegas de profissão (que muitas vezes estão a milhas de distância da compreensão da problemática em causa);
Em plena solidariedade porque directores se recusam a entender, ou a distribuir horários passíveis de serem aceites, ou a criar condições que ajudem de qualquer forma o docente a aceitar a colocação;
Em plena solidariedade porque muitas vezes muitos destes professores têm apenas 48 horas para mudar de região de país, arranjar uma casa, arranjar um infantário, etc...;
Em plena solidariedade porque não existem quaisquer apoios à habitação ou quaisquer apoios à deslocação;
Em plena solidariedade porque paralelamente às colocações existe também um interesse imobiliário de arrendamento de apartamentos/quartos dentro dos próprios agrupamentos;
Em plena solidariedade pois a realização dos concursos se efectua no decurso do ano lectivo anterior (muitos em plenas funções);
Em plena solidariedade porque o sistema de concursos imposto pelo Ministério é realizado com base em intervalos de horários e variáveis a concurso de foro subjetivo e imprevisível;
Em plena solidariedade porque muitos professores contratados com horário com componente letiva incompleta não vêem os seus descontos à segurança social formulados de forma correcta (ou seja os 30 dias em conformidade);
Em plena solidariedade porque se sofre obrigatoriamente consequências por não se aceitar um horário em que se é colocado.
Em plena solidariedade mesmo que outros se tenham esquecido o que solidariedade significa.
(Pejac)
quarta-feira, 14 de novembro de 2018
Jukebox das Crónicas
When hope and love has been lost
And you fall to the ground
You must find a way
When the darkness descends
And you're told it's the end
You must find a way
When God decides to look the other way
And a clown takes the throne
We must find a way
Face the firing squad
Against all the odds
You will find a way
Dig down
Dig down
Dig down
And find faith
When you're close to the edge
With a gun to your head
You must find a way
When friends are thin on the ground
And they try to divide us
We must find a way
We have entered the fray
And we will not obey
We must find a way
Yeah
Dig down
Dig down
Dig down
Faith
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
terça-feira, 7 de julho de 2015
sábado, 21 de março de 2015
Ontem foi o Dia da Felicidade...
...e percebe-se o porquê. Agora podemos continuar na mais profunda infelicidade, abandono e precariedade.
(Jean Baptiste Courtier)
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